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TIVIT compra Stone Age

Na fila para uma oferta pública de ações na B3, a Tivit fechou a compra da carioca Stone Age, uma empresa de 50 funcionários que desenvolve sistemas de análise de dados para companhias de setores como finanças, varejo e seguros. De acordo com Carlos Gazaffi, presidente da Tivit, a operação, que será mantida como uma unidade independente, tem previsão de trazer R$ 32 milhões em receita bruta para a companhia em 2019. "Temos recebido demanda dos clientes no sentido de ajudá-los na tomada de decisões baseadas em dados e a Stone Age vem para reforçar nossa unidade de negócios digitais", disse Gazaffi. Segundo Rodrigo Cordeiro, cofundador da Stone Age, as duas empresas já vinham trabalhando juntas em negócios ao longo do último ano, enquanto conversavam se faria sentido uma operação de compra, ou se permaneceriam apenas como parceiras. Gazaffi afirmou que a Tivit não tem pressa para ir à bolsa. "As portas estão abertas, mas não é uma obsessão. É uma alternativa", disse. A companhia de serviços de tecnologia tentou um retorno à bolsa duas vezes nos últimos dois anos, mas adiou seus planos em virtude da baixa demanda. Além do cenário econômico adverso, o preço pedido pela empresa foi considerado muito elevado, o que afastou possíveis investidores. Em novembro, a companhia chegou a baixar o múltiplo pretendido de 21 vezes para 13 vezes o lucro por ação, segundo fontes ouvidas pelo Valor à época. Um dos motivos para isso foi o fato de a empresa não ter atingido a meta de lucro prometida ao mercado para 2017, de R$ 100 milhões. O valor alcançado foi de R$ 67 milhões. A abertura de capital representaria a saída parcial do fundo inglês Apax da estrutura da Tivit. Em maio de 2010, o fundo fechou o capital da companhia em uma transação de R$ 1,6 bilhão. "Agora estamos mais focados na expansão da companhia, na estratégia do negócio, em fazer aquisições, expandir a operação na América Latina", disse Gazaffi. Em 2018, a Tivit teve receita líquida de R$ 1,57 bilhão, um crescimento de 7,8% na comparação com 2017. O lucro líquido avançou 61,1%, para R$ 107,75 milhões, impulsionado pelo aumento nas receitas financeiras e redução em despesas operacionais e financeiras, e no pagamento de Imposto de Renda. "Estamos satisfeitos com o resultado. A visão é que a estratégia de nuvem híbrida é acertada", disse o executivo. Fonte: Valor Econômico 

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