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Resposta instantânea com Fabiano Droguetti, diretor de operações e gestão de aplicações da TIVIT

droguetti

Como o sr. enxerga o potencial da Internet das Coisas no Brasil?

O conceito tem potencial de crescer bem acima do mercado de tecnologia, na casa de 30%. Um dos principais fatores por trás desse cenário são os investimentos das teles em redes 3G e 4G. Com isso, as redes 2G ficaram praticamente ociosas e, por consequência, com custo mais baixo e ótima cobertura para o transporte de dados da Internet das Coisas.

Quais segmentos estão impulsionando esse conceito no País?

Os segmentos de logística, transporte e todo setor que tenha profissionais em campo. Outro mercado que começa a ganhar tração é o de cidades inteligentes. A prefeitura de São Paulo, por exemplo, acabou de lançar uma licitação para o controle da iluminação pública.A Tivit está discutindo a composição de um consórcio para participar desse processo.

Há algum projeto em andamento da Tivit que o sr. destacaria?

Temos um projeto com a Ampla, concessionária de energia, no Rio de Janeiro. Uma plataforma de software monitora, com geolocalização, os veículos da equipe de manutenção. Fazemos o controle dos chamados, das rotas e até mesmo de fraudes de energia. O sistema emite, por exemplo, um alerta caso o braço de manutenção do caminhão seja erguido em um local que não tem nenhum chamado naquele momento.

(Nota publicada na Edição 948 da Revista Dinheiro)

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