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As lições de negócios do CEO Summit Rio de Janeiro

29/05/2015
11264998_1088743964472370_6959254033862142008_nLições do esporte para negócios, estratégias de escala e trajetórias de sucesso. Estes foram os temas abordados durante a edição carioca do CEO Summit, realizado ontem (dia 28), no Rio de Janeiro.
Organizado pela Endeavor, EY e Sebrae, o evento reuniu painéis formados por empreendedores conectados ao ecossistema local, como Marcello Salles, da aceleradora 21212, Cello Macedo, criador da Devassa, e Jorge Moll, presidente da Rede D’or. “Os grandes eventos esportivos colocaram novamente o Rio de Janeiro no centro das atenções. O objetivo do evento é levantar discussões que fortaleçam a cena carioca e promovam a cultura de negócios da cidade para o mundo”, diz Camila Junqueira, diretora da Endeavor.
Esportes e negócios
Composto por Pedro Chiamulera, CEO da Clearsale, Luiz Mattar, presidente da Tivit e Cristina Palmaka, presidente da SAP Brasil, o painel de abertura trouxe lições de gestão e liderança extraídas dos esportes.
Ex-atleta olímpico de salto com barreiras, Chiamulera destacou os benefícios relacionados à resiliência. “Vitórias e derrotas fazem parte da vida de atletas. Isso ajuda o empreendedor a ter paciência e a continuar acreditando em sua ideia mesmo quando as coisas não dão certo”, afirmou.
Mattar, que antes de fundar a Tivit havia figurado entre os top 30 no ranking mundial da Associação de Tenistas Profissionais (ATP), falou sobre tomada de decisão. “Esportistas precisam fazer escolhas complexas e arcar com as consequências”, disse.
Cristina, praticante de corridas e maratonas, comentou sobre a importância de manter-se preparada para enfrentar grandes desafios. “É algo que também se aplica aos obstáculos diários do mundo corporativo.”
Medicina em escala
Na segunda rodada de discussões, Jorge Moll, fundador da rede D’Or, e Romeu Costa, presidente do conselho da Dasa, falaram sobre como transformaram demandas no setor de saúde em empresas escaláveis. À frente de uma operadora de hospitais avaliada em R$ 19,6 bilhões, Moll ressaltou a importância de suportar riscos. “O custo da inauguração dos primeiros hospitais era um investimento infinitamente maior do que tudo o que eu tinha. Era como jogar um transatlântico no mar sem destino de chegada”, disse.
Costa, por sua vez, falou sobre como as sociedades e parcerias ajudaram a transformar um projeto pessoal em uma das maiores empresas de medicina laboratorial do mundo. “Tive a sorte de encontrar sócios maiores e mais experientes do que eu. Isso trouxe aprendizado e segurança para fazer a empresa crescer.”
Alma carioca
No painel de encerramento, Cello Macedo, fundador da cervejaria Devassa, e Roberta Antunes, presidente do Hotel Urbano, falaram sobre a construção de empresas que preservam o estilo de vida e o modo carioca de fazer negócios. Para Macedo – que é paulistano – a qualidade de vida e a atitude informal estão entre os principais atrativos para empreendedores que atuam na capital carioca. “Foi por isso que eu escolhi a cidade. A busca por oportunidades econômicas veio depois”, disse.
Segundo Roberta, o mesmo apelo pode ser usado para motivar e atrair profissionais qualificados. “O Rio de Janeiro é um local onde muitas pessoas querem morar. Isso facilita na hora de reter equipes e contratar talentos de outras cidades.”
Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

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