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Computação em nuvem reduz custos de empresas com informática


nuvemE se fosse possível reduzir os investimentos necessários para a abertura de uma empresa e, ao mesmo tempo, tornar seus recursos de informática mais eficazes? O que parece mágica é hoje realidade graças à computação em nuvem. Ao possibilitar o uso, via internet, da memória e da capacidade de armazenamento de computadores remotos, este modelo de computação vem conquistando adeptos entre startups e pequenas empresas já estabelecidas no mercado.
Segundo Carlos Gazaffi, vice-presidente de Gestão de Tecnologia da Tivit, especializada em serviços na área de tecnologia da informação, a busca por soluções em nuvem vem crescendo especialmente entre startups. “É um modelo de contratação ideal para quem está começando um negócio. Em vez de gastar um grande capital montando uma estrutura interna (informática), a cloud permite que você pague apenas pelo que usar, tornando o investimento inicial em TI muito mais acessível”, afirma.

Além da economia, a startup também evita gastos com especialistas em informática e com resfriamento e energia que seriam utilizados para manter as máquinas. Outras vantagens da nuvem são a ampliação da possibilidade de trabalho remoto e sua escalabilidade, permitindo que uma a estrutura de TI aumente de acordo com a demanda da empresa.


“O empresário gasta menos para iniciar o negócio e, assim que começa a dar retorno, consegue acompanhar seu crescimento pagando um valor proporcional. É muito mais fácil a adesão no momento zero do que uma empresa que já está no mercado”, acrescenta Pascoal Baldasso, CEO da ADTsys, também especializada em cloud computing.


Entre as pequenas empresas que já contam com uma estrutura interna, a procura por nuvem é menor, mas vem crescendo. O grande obstáculo, neste caso, está no desconhecimento das funcionalidades do modelo.


“É um formato de contratação bem diferente do que se fazia antes, e as empresas ainda estão aprendendo sobre as vantagens e as abordagens possíveis. Além disso, é preciso encontrar o balanço ideal entre o que pode ser levado para a nuvem e o que deve ser mantido internamente. E isso varia de acordo com o tipo de empresa”, revela Gazaffi.


Outro desafio está na relutância dos pequenos negócios em abrir mão do investimento feito na montagem de um data center. “Quem tem uma estrutura própria não quer jogá-la fora. Nestes casos, a solução mais comum tem sido a adoção de uma nuvem híbrida, que permite salvar os arquivos tanto na estrutura tradicional quanto nos provedores externos. Após alguns anos, quando os computadores da empresa ficam obsoletos, é feita a migração total para a nuvem”, destaca Baldasso.


Fonte: Terra

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